segunda-feira, 28 de junho de 2010
Não abro mão!
Eu não abro mão, de lutar pelos meus ideais;
Não abro mão, de tentar ser feliz mesmo que muito embora, os impemcilios sejam inúmeros, não abro mão de ter do meu lado alguém que para os outros é imperfeito, mais que pra mim faz toda a diferença, não te-lo é como acordar e não ver o céu é como não ver as coisas mais importantes da minha vida, não abro Mão das minhas lutas, conquistas; das minhas derrotas; dos meus dias mais felizes e dos meus dias mais tristes, todos fazem parte do que sou, do que passei a ser, possamos dizer assim, de algum tempo pra cá, princípios valores coisas tão repetitivas e monótonas que eu vivia pondo em primeiro lugar na minha vida, hoje ser feliz, sufoca meus dias, e é meu único emprego, pago minha dividas e trabalho na construção de um eu melhor, é tudo meio confuso, impossível descrever eu posso me transformar, vou da alegria tristeza em questão e segundos, e isso me aflige , me aflige a tal ponto, que até meu jeito de sentir e respirar muda, pareço um ser que não pertence a esse mundo louco, a esse país e sua corja de assassinos, como já cantava a Legião, um mundo estranho que não parece compatível com o que eu julgo de meu mundo, ta tudo tão estranho aqui, ta tudo tão escuro aqui, mais mesmo assim não abro mão de nada, e luto, e finjo não ver e não vejo fingindo ver tudo o que me trás negativas vibrações, e eu paro pra pensa, que pelo menos eu tenho você! É cara pelo menos eu te tenho, pode ser por um tempo determinado, mais hoje eu te preciso e te tenho bem aqui, você é minha alegria, nos dias que me são tristes, e são inúmeros os dias em que sou triste, mais quando estou com você volto a ter razões pra sentir sorrir e viver, e é por tudo isso que não abro de você nem por sequer um momento da minha vida, e a propósito eu te amo! E nunca senti isso de verdade por alguém, não o que eu sinto hoje, e é que antes eu era vazia!, Tudo era vazio até mesmo a felicidade que eu sentia você me trouxe um presente que Deus mandou: o amor, esse sentimento que antes era dito sem fundamento por mim, como disse vazio...
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