terça-feira, 20 de abril de 2010
A liberdade...
E eu escrevo pra mim... é como se eu me desabafasse, como se eu contasse meus segredos mais íntimos pra mim mesma e mesmo assim estar satisfeita, uma liberdade incondicional essa de escrever,viver,ser...
domingo, 18 de abril de 2010
Giz
Legião Urbana
Composição: Renato Russo / Dado Villa-Lobos / Marcelo Bonfá
E mesmo sem te ver
Acho até que estou indo bem
Só apareço, por assim dizer
Quando convém aparecer
Ou quando quero
Quando quero
Desenho toda a calçada
Acaba o giz, tem tijolo de construção
Eu rabisco o sol que a chuva apagou
Quero que saibas que me lembro
Queria até que pudesses me ver
És parte ainda do que me faz forte
E, pra ser honesto,
Só um pouquinho infeliz
Mas tudo bem
Tudo bem, tudo bem...
Lá vem, lá vem, lá vem
De novo:
Acho que estou gostando de alguém
E é de ti que não me esquecerei
(Quando quero....
Quando quero...
Quando quero...
Eu rabisco o sol que a chuva apagou...
Acho que estou gostando de alguém...)
A 1ª música que eu ouvi do Legião a mais ou menos 9 anos, e a que eu mais gostava, e que por uma conheçidência enorme, a 2 mêses descobri que era a música que o Renato mais gostou de compor e cantar...
Composição: Renato Russo / Dado Villa-Lobos / Marcelo Bonfá
E mesmo sem te ver
Acho até que estou indo bem
Só apareço, por assim dizer
Quando convém aparecer
Ou quando quero
Quando quero
Desenho toda a calçada
Acaba o giz, tem tijolo de construção
Eu rabisco o sol que a chuva apagou
Quero que saibas que me lembro
Queria até que pudesses me ver
És parte ainda do que me faz forte
E, pra ser honesto,
Só um pouquinho infeliz
Mas tudo bem
Tudo bem, tudo bem...
Lá vem, lá vem, lá vem
De novo:
Acho que estou gostando de alguém
E é de ti que não me esquecerei
(Quando quero....
Quando quero...
Quando quero...
Eu rabisco o sol que a chuva apagou...
Acho que estou gostando de alguém...)
A 1ª música que eu ouvi do Legião a mais ou menos 9 anos, e a que eu mais gostava, e que por uma conheçidência enorme, a 2 mêses descobri que era a música que o Renato mais gostou de compor e cantar...
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Altar Particular (Maria Gadú)

Meu bem que hoje me pede pra apagar a luz
E pôs meu frágil coração na cruz
No teu penoso altar particular
Sei lá, a tua ausência me causou o caos
No breu de hoje eu sinto que
O tempo da cura tornou a tristeza normal
E então, tu tome tento com meu coração
Não deixe ele vir na solidão
Encabulado por voltar a sós
Depois, que o que é confuso te deixar sorrir
Tu me devolva o que tirou daqui
Que o meu peito se abre e desata os nós
Se enfim, você um dia resolver mudar
Tirar meu pobre coração do altar
Me devolver, como se deve ser
Ou então, dizer que dele resolveu cuidar
Tirar da cruz e o canonizar
Digo faço melhor do que lhe parecer
Teu cais deve ficar em algum lugar assim
Tão longe quanto eu possa ver de mim
Onde ancoraste teu veleiro em flor
Sem mais, a vida vai passando no vazio
Estou com tudo a flutuar no rio esperando a resposta ao que chamo de amor
quarta-feira, 14 de abril de 2010
Nosso Mundo
Hoje, foi um dia fantástico. É que junto com o Carteiro, o Tempo também bateu à porta. Recebi teu convite de casamento. Minha primeira namorada vai se casar com outro cara, antes daqueles quinze anos que a gente, um dia, num show do Jota Quest, haviamos combinado. Pelas minhas contas, ainda havia oito ou dez anos de prazo. Me pego rindo por lembrar dessas coisas.
É fato que, hoje, estamos bem melhor assim. Ainda que fôssemos uma bela dupla, dois seres de signo escorpião, com toda essa transcendência inerente ao fato; ainda que você quase quebrasse meus dedos quando os estalava, ainda que você de tpm fosse uma péssima companhia para ir aos shoppings de BH; você sempre foi a melhor companhia pros Pop Rocks, ou para ouvir a Rádio Cidade de vocês ou simplesmente um bom motivo para eu sair da aula, naqueles idos anos de 2003, pegar o ônibus, passar o sábado aí, voltar domingo...como se fossem férias.
Agora, estou eu aqui com teu convite de casamento na mão, ouvindo o Frejat cantar:
"
Se eu ainda soubesse como mudar o mundo, se eu ainda pudesse saber um pouco de tudo, eu voltaria atrás do tempo. Eu não te deixaria presa no passado e arrumaria um jeito pra você estar ao meu lado de novo. Eu voltaria no tempo. Pra voltar pra ontem, sem temer o futuro e olhar pra hoje cheio de orgulho. Eu voltaria atrás do tempo. Os nossos erros seriam apagados, nossos primeiros desejos ressuscitados. E de novo eu voltaria no tempo. Eu não te deixaria desistir tão fácil e não te negaria nenhum abraço. De novo eu voltaria no tempo."
Não que eu queira voltar atrás, "revirar os sentimentos revirados". Afinal, hoje meu coração já está refugiado, já estou em vias de me mudar para outra Casa. E teu noivo é realmente um cara bacana, como eu sempre disse: um bom homem bom é o mínimo que você merece! Somente, queria deixar claro que você foi e é importante. Meu primeiro contato realmente com essa coisa de "amor". A primeira que fez valer a pena todos os esforços; me pego refletindo se não foi a única, sem contar a possibilidade de paz de agora.
Eu voltaria, saiba, naquela conversa de telefone em que você disse que a distância atrapalhava, e eu concordei. Concordei por puro orgulho de "não correr atrás", porque me ensinaram que homem não corre atrás. Agora vejo que foi perder você para eu aprender que eu tenho que baixar a guarda, fazer concessões e dizer, SIM, quando eu quiser algo ou alguém. Então, obrigado por você ter sido quem me iniciou nesse aprendizado todo. Eu quero agradecer.
Agradecer, sim, por todas as vezes que você me atendeu prontamente no telefone, MSN. Agradecer por até hoje me tratar com tanto carinho, por gostar da minha família, por conversar com a minha mãe e fazê-la rir sozinha em frente ao PC. Agradecer por todos os pop rocks, por ter admitido que eu estava certo quanto ao Nando Reis fora dos Titãs, por ainda discutir comigo que Forfun não é banda e que os Los Hermanos são muito bons.
Agradecer pelo convite, por ainda me considerar importante para o momento. Pra você, nessa vida, o que você ama: diariamente!!
(Post, do Blog :Agravo e Instrumento
É fato que, hoje, estamos bem melhor assim. Ainda que fôssemos uma bela dupla, dois seres de signo escorpião, com toda essa transcendência inerente ao fato; ainda que você quase quebrasse meus dedos quando os estalava, ainda que você de tpm fosse uma péssima companhia para ir aos shoppings de BH; você sempre foi a melhor companhia pros Pop Rocks, ou para ouvir a Rádio Cidade de vocês ou simplesmente um bom motivo para eu sair da aula, naqueles idos anos de 2003, pegar o ônibus, passar o sábado aí, voltar domingo...como se fossem férias.
Agora, estou eu aqui com teu convite de casamento na mão, ouvindo o Frejat cantar:
"
Se eu ainda soubesse como mudar o mundo, se eu ainda pudesse saber um pouco de tudo, eu voltaria atrás do tempo. Eu não te deixaria presa no passado e arrumaria um jeito pra você estar ao meu lado de novo. Eu voltaria no tempo. Pra voltar pra ontem, sem temer o futuro e olhar pra hoje cheio de orgulho. Eu voltaria atrás do tempo. Os nossos erros seriam apagados, nossos primeiros desejos ressuscitados. E de novo eu voltaria no tempo. Eu não te deixaria desistir tão fácil e não te negaria nenhum abraço. De novo eu voltaria no tempo."
Não que eu queira voltar atrás, "revirar os sentimentos revirados". Afinal, hoje meu coração já está refugiado, já estou em vias de me mudar para outra Casa. E teu noivo é realmente um cara bacana, como eu sempre disse: um bom homem bom é o mínimo que você merece! Somente, queria deixar claro que você foi e é importante. Meu primeiro contato realmente com essa coisa de "amor". A primeira que fez valer a pena todos os esforços; me pego refletindo se não foi a única, sem contar a possibilidade de paz de agora.
Eu voltaria, saiba, naquela conversa de telefone em que você disse que a distância atrapalhava, e eu concordei. Concordei por puro orgulho de "não correr atrás", porque me ensinaram que homem não corre atrás. Agora vejo que foi perder você para eu aprender que eu tenho que baixar a guarda, fazer concessões e dizer, SIM, quando eu quiser algo ou alguém. Então, obrigado por você ter sido quem me iniciou nesse aprendizado todo. Eu quero agradecer.
Agradecer, sim, por todas as vezes que você me atendeu prontamente no telefone, MSN. Agradecer por até hoje me tratar com tanto carinho, por gostar da minha família, por conversar com a minha mãe e fazê-la rir sozinha em frente ao PC. Agradecer por todos os pop rocks, por ter admitido que eu estava certo quanto ao Nando Reis fora dos Titãs, por ainda discutir comigo que Forfun não é banda e que os Los Hermanos são muito bons.
Agradecer pelo convite, por ainda me considerar importante para o momento. Pra você, nessa vida, o que você ama: diariamente!!
(Post, do Blog :Agravo e Instrumento
segunda-feira, 12 de abril de 2010

Desculpe... eu minto.
Minto quando digo que não farei novamente isso com você... que daqui por diante terei cautela...
Não terei, e você sabe disso.
Se algo me encanta, você já sabe onde isso vai dar.
Não me preocupo com a profundidade... mergulho.
E sim, no final é você quem arca com as consequências.
Gosto assim, sem pensar sem prever, sem planejar.
Um dia, depois o outro e depois muitos outros.
Intenso, sem medo, sem análise, sem formulas, sem resultado... inteiro [mesmo que por pouco tempo].
Sou [somos] assim e se de outra forma fosse você não aguentaria. Já teria parado, mesmo que por instantes, só pra conseguir uma nova casa onde exista rotina, sem diferentes ritmos a cada novo [ou velho] olhar.
Você tem medo, mas nem por isso diminui o ritmo... pelo contrario.
Vive saltitante, alternando a batida com uma instabilidade monstruosa seguindo um ritmo próprio.
Sim... você me dá medo.
Enxerga além do que posso ver, antecipa coisas que nem minha imensa imaginação conseguiria supor.
Essa deveria ser nossa ultima chance... talvez seja.
Seria prudente seguir sem maiores sobressaltos, você apenas bombeando o sangue, e eu me contentando apenas em viver, sem sentir.
Nada de sobressaltos no meio do dia, novas paixões ou noites insones.
Mas é claro que isso é mais uma mentira.
Minha e sua.
Não nos contentamos com tão pouco.
As batidas descontroladas fazem parte dessa mistura que somos.
E mesmo ressabiados, seguimos mergulhando sem saber a profundidade e a temperatura da água.
Caso seu medo seja algo incontrolável será necessário um transplante... já que a plantação de juízo não deu certo.
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