
Queria saber amar queria saber sentir, as coisas que este mundo não sente as coisas que esta vida não me mostrou, queria saber rir das coisas mais tristes e me importar só do que me convém, queria saber navegar dentro de um ser, onde meu reflexo se encontrasse nele, tão puro e supérfluo é amor, o qual desconheço sem razão, do qual digo sem sentir do qual falo sem falar, sinto coisas loucas e minha alma já diz, tudo o que não é pra dizer, todas as coisas que eram pra mentir...verdades verdades e mentiras seres humanos hipócritas acham que com suas verdades serão fortes e valentes, mas acredito que mais vale a mentira do que uma verdade submissa, a verdade é um avesso de felicidade neste mundo onde não se conjuga mas o “nós” e sim o eu, o eu afundado na lama de uma miséria, que não se tem fim e se pergunta e agora? O agora já foi e o amanhã ainda será,coisas e coisas, vida e vidas, falando mentindo e seguindo assim vamos nós, vivendo ou não, crescendo e chorando feitas crianças velhas, que tentam amar até mesmo nas burradas feitas, que tentam achar que o mundo é perfeito, que tudo é lindo! É bom crer nisso, mas o realismo também pertence as nossas vidas! Então pq não o falar, pq calar a voz que quer gritar! Vida bandida? vida feliz?! Qual dessas frases nos pertence?! Acredito que as duas a cada dia uma é usada, seja na chuva seja no sol, seja contigo ou o eu sozinha... Querer, tentar e conseguir será que a vida se resumi nisso! Prefiro não crer, antes crer na certeza e que estarei viva amanhã, e que se eu me sentir mal, vou falar vou gritar vou chorar, vou ser feliz, terei a capacidade de dizer, eu fui eu fiz eu falei eu lutei, eu errei, mas eu? Acima de qualquer coisa, fiz o que queria ter feito!
Jéssica Fernanda C. Moreira.
Jéssica Fernanda C. Moreira.